A Reforma Tributária em andamento traz mudanças significativas para empresas do setor varejista e para aquelas enquadradas no Simples Nacional. Com a substituição de tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS pelo CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), o impacto no dia a dia dos empreendedores será significativo. A transição será gradual, começando em 2026 e sendo totalmente efetivada em 2027. Por isso, 2025 é o momento ideal para se preparar.
O Que Muda para o Varejo?
O setor varejista será um dos mais impactados pela reforma. As principais mudanças incluem:
- Fim do PIS e COFINS: A CBS substituirá esses tributos federais, com uma alíquota única, possivelmente maior que a atual carga tributária.
- Substituição do ICMS e ISS: Serão substituídos pelo IBS, cobrado no destino da mercadoria ou serviço. Isso altera a forma de repasse de impostos entre estados e municípios.
- Mudanças na Substituição Tributária: Possíveis revisões na tributação antecipada podem afetar o fluxo de caixa das empresas varejistas.
- Mais Credibilidade na Recuperação de Créditos Tributários: O novo sistema promete uma melhor compensação de impostos pagos ao longo da cadeia produtiva, mas exige um controle tributário mais rigoroso.
Planejamento para o Varejo em 2025:
- Revisar precificação de produtos: A carga tributária pode mudar e impactar os custos.
- Avaliar impacto na margem de lucro: Com novos tributos, algumas operações podem se tornar menos vantajosas.
- Ajustar processos de emissão de notas fiscais: A nova estrutura exigirá maior controle sobre documentação fiscal.
- Acompanhar regulamentação estadual e municipal: O IBS terá impacto diferente conforme a localização da empresa e dos clientes.
O Impacto para Empresas no Simples Nacional
As empresas optantes pelo Simples Nacional também sentirão os efeitos da Reforma Tributária. Embora o regime não seja extinto, algumas alterações podem ocorrer:
- Adoção gradual do CBS: Empresas que operam no Simples precisarão entender como a nova contribuição afetará suas alíquotas efetivas.
- Mudanças para quem vende para grandes varejistas: Empresas do Simples que fornecem produtos para empresas do Lucro Real ou Presumido podem sofrer impacto na retenção de impostos.
- Possível necessidade de adesão ao regime normal: Algumas empresas que crescem e atingem o limite do Simples Nacional precisarão se planejar para a transição ao Lucro Presumido ou Real.
Como Empresas do Simples Nacional Devem se Preparar:
- Monitorar o faturamento e analisar se vale a pena continuar no Simples.
- Avaliar impacto na retenção de tributos para fornecedores e clientes.
- Aprimorar controle financeiro e contábil para garantir conformidade com as novas regras.
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